BASTA (20.08.2012)



A Anvisa é uma das agências fascistas que querem controlar nossas vidas nos mínimos detalhes, com sua proposta de exigir receita médica para comprar remédios tarja vermelha. É uma das pragas contemporâneas.

Não acredito na boa vontade nem na ciência desses tecnocratas da Anvisa. Acho que eles se masturbam à noite sonhando como vão controlar a vida dos outros em nome da saúde pública. Não acredito em motivações ideológicas para nada, apenas em taras sexuais escondidas. Freud na veia…

Dou mais dois exemplos desse tipo de praga: proibir publicidade para crianças e cotas de 50% nas universidade federais para índios, negros e pobres (alguma pequena porcentagem neste último caso vá lá). Nós, contribuintes, não podemos nos defender dessa lei das cotas. Essa lei rouba nosso dinheiro na medida em que somos nós que pagamos pelas universidades federais. Até quando vamos aceitar esta ditadura “light” que “bate nossa carteira” dizendo que é em nome da justiça social? “Justiça social” é uma das assinaturas do fascismo em nossa época.

O fascismo não morreu, e um dos maiores desserviços que minha classe intelectual presta à sociedade é deixar que as pessoas pensem que o fascismo morreu. Aldous Huxley (“Admirável Mundo Novo“), George Orwell (“1984“) e Ayn Rand (“A Revolta de Atlas“) deveriam ser adotados em todas as escolas para ensinar o que os professores não ensinam e deveriam ensinar: que o fascismo não morreu.

O fascismo é a marca de tecnocratas e políticos que querem governar a vida achando que somos idiotas incapazes de decidir e que usam nosso dinheiro para esconder suas incompetências e sustentar suas ideologias “do bem”. Querem nos tornar idiotas e pobres, para depois “tomar conta de nós”.

O governo brasileiro, que flerta com o fascismo, engana as pessoas se concentrando em temas da “igualdade” e “saúde pública”. A proposta de cotas nas universidades federais, além de populismo sem-vergonha, maquia a incompetência imoral do governo em retribuir à sociedade o que arrecada monstruosamente em impostos. A máquina de arrecadação de impostos no Brasil faz do governo sócio parasita de todo mundo que trabalha.

Em vez de investir dinheiro na educação básica, sua obrigação, o governo usa o dinheiro público em aventuras como o mensalão, se escondendo atrás de medidas (cotas nas universidades, controles da Anvisa, proibição de publicidade para crianças) que não arranham a corrupção ideologicamente justificada inventada pelo PT, mas que têm grande apelo publicitário.

O que é corrupção ideologicamente justificada? Você se lembra do “rouba, mas faz”? O PT diz “porque sou do bem, posso roubar”. Essas leis não atrapalham a corrupção porque não disputam dinheiro com a corrupção. O pior é que, como parte do corpo de professores e funcionários das universidades federais é também fascista, acha isso tudo lindo.

Quanto à proibição da publicidade infantil, todo mundo sabe que só a família e a escola podem fazer alguma coisa para educar crianças. Todo mundo sabe que é difícil educar, ocupar e conviver dizendo “não” para as crianças. Todo mundo sabe que, quanto menos a mãe está em casa e quanto mais ela é só e menos tempo tem para criança, mais a criança come porcaria.

E quanto mais isso tudo acontece, mais se precisa de escola pública competente para preencher o vazio de famílias que não cumprem sua função, ainda que nunca seja a mesma coisa. Mas escola pública atrapalha a corrupção porque gasta o dinheiro da “mesada do bem”. Mais barato para o governo é brincar de proibir a publicidade infantil.

Os mesmos que gozam pensando em mandar na vida dos outros são os que mentem quando não dizem que as crianças comem porcaria porque ficam largadas em casa sem mãe para tomar conta delas (e sem boas escolas). Não precisa ser gênio para saber que ,sem mãe atenta, nada funciona na vida das crianças.

Os mesmos que cospem na cara da família como instituição, estimulam as mulheres a pensarem só em si mesmas e acusam a família de ser autoritária são os que pedem a proibição da publicidade infantil.


Luiz Felipe Pondé (jornal FSP – 20.08.2012)  | Outra fonte para este artigo: AQUI


** ESTE ARTIGO É PROPRIEDADE INTELECTUAL DO AUTOR E DO JORNAL QUE O PUBLICA **


Anúncios

~ por Pathfinder em 28/08/2012.

5 Respostas to “BASTA (20.08.2012)”

  1. Pois é, Luiz Felipe Pondé passa longe do relativismo propagado em todos os setores, tanto na educação quanto na tv, seus artigos são sempre perfeitos. Tem que ser menos idiotizado e mais inteligente e esperto pra entender o pondé.

  2. Que artigo idiota. Fico abismada com algumas coisas que leio… você não deve ter embasamento nenhum para dizer assim levianamente que é contra a publicidade infantil. Aliás, o artigo como um todo é leviano. Irresponsabilidade publicar uma coisa dessas!

    • Se o Mano Brown pôde dizer ao vivo “O BOPE não é herói. Os heróis estão presos”, qualquer um pode dizer o que quiser. Afinal, muitos criminosos do PCC e do CV estão presos. Mas o Mano Brown, muito esperto, não disse os nomes de seus heróis. Pondé é muito mais homem que Mano Brown.

  3. Que bom que temos o pondé, um adulto, um dos poucos ainda que resistem, e que enxergam a realidade, que pensa, que não se deixa levar por essa idiotia politicamente correta que deixa o povo burro e infantilizado, afinal não sou só eu que to vendo essa sacanagem que está acontecendo no Brasil. Alias, crianças com certeza não vão entender o pondé, viu nina, o pondé se colocou a favor da publicidade infantil e não da proibição.

  4. O Pondé sempre causa espanto nas almas que não conseguem lidar com a crueldade do mundo. A praga PC dominou completamente a população. Outro dia eu nem pude dizer que era contra as cotas sociais porque um amigo me disse que eu seria processado se o fizesse. Líderes comunitários adoram fazer terrorismo contra quem não admite as cotas. Professores e artistas também. Ninguém pode falar contra o governo do PT, ninguém pode criticar o Lula, não podemos ser contra o Mensalão. Nada. Temos todos de ser bons cristãos da Teologia da Libertação, aceitando os dogmas de Frei Betto e Leonardo Boff, que nada mais são do que os teólogos do Estado Comunista. Os militantes são contra a publicidade do mercado capitalista, mas não contra a propaganda do kit gay nas escolas. Quando não é a publicidade da revolução, para eles, então não é legítima. Isso é ditadura. Isso é fascismo.

Os comentários estão desativados.

 
%d blogueiros gostam disto: