Batom Vermelho: Pondé e a Emancipação Feminina


Imagem composta a partir de fotos encontradas pelo Google Search


O que leva muitas leitoras a pensarem que sou contra a emancipação feminina é porque não poupo o feminismo de seus excessos teóricos e de sua desmedida negação ideológica dos sofrimentos que a emancipação causou. […]

Não acredito na afirmação de que a sexualidade seja mero fenômeno social (teoria de gênero na sua versão “hard”), sou darwinista até a última gota de sangue: acho que nossas fêmeas (não apenas elas) carregam sobre suas almas o peso de milhares de anos de adaptação a condições específicas de cada sexo. […]

O pensamento público hoje em dia flerta com o jardim da infância. A mentalidade de classe média (covarde e mesquinha) devora a inteligência viril. […]

É assim que vejo a emancipação feminina: um presente para nosso cotidiano, na escola, no trabalho, nos aeroportos, nos congressos, nas ruas. Com suas saias, calças justas, saltos altos, batons vermelhos, elas pintam nosso cotidiano com o desejo. E, com o desejo, o clássico inferno da insegurança de cada um de nós. […]

A vida sem Eros é uma vida menor. Um mundo só de homens é em branco e preto. Prefiro o batom vermelho na boca à burca no corpo.

(Luiz Felipe Pondé, 02.05.2011 – FONTE [ARTIGO COMPLETO]: AQUI)



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~ por Pathfinder em 02/05/2011.

 
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